terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Consumo frequente de refrigerante diet eleva o risco de derrame e infarto

  O consumo diário de refrigerantes diet pode elevar em 61% o risco de eventos vasculares, como derrames e infartos. É o que mostra estudo da Universidade de Miami apresentado em conferência sobre o tema nos EUA.
A pesquisa envolveu 2.546 pessoas, de diferentes etnias. O resultado é explicado pelo excesso de sódio presente nas bebidas dietéticas.

"Se os nossos resultados forem confirmados em estudos futuros, será possível concluir que os refrigerantes diet não são bons substitutos para as bebidas adoçadas na prevenção de eventos vasculares", afirma Hannah Gardener, principal autora do trabalho.

Em outro corte da pesquisa, os pesquisadores descobriram que a ingestão de sal é capaz de aumentar expressivamente o risco de derrames, mesmo nos indivíduos que não desenvolvem hipertensão. Pessoas que consomem mais de 4.000 mg por dia têm mais do que o dobro de chance de ter o problema em relação às que ingerem menos de 1.500 mg diários.

Fonte: UOL

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Verificar os batimentos cardíacos com a ajuda da câmera e do flash do iPhone 4

Muito tem se falado em acessórios para o iPhone, principalmente aqueles relacionados a área da saúde. Mas há também aplicativos interessantes que dispensam o uso de instrumentos externos, usando apenas as funções nativas do aparelho. É o caso do ótimo Heart Fitness, que acaba de ficar gratuito na App Store.
Este app mede os batimentos cardíacos com a ajuda da câmera e do flash do iPhone 4. Basta colocar o dedo sobre ela e o programa é capaz de identificar os batimentos através da mudança de cor da imagem. Segundo seus desenvolvedores, esta tecnologia patenteada foi testada e aprovada clinicamente pela FDA (orgão oficial de saúde dos Estados Unidos). E o resultado realmente impressiona.


Vale a pena o teste, até porque é de graça. Apesar de usar o flash do iPhone 4, seus desenvolvedores afirmam que funciona também no 3GS e no iPod touch de quarta geração. O download pode ser feito clicando na imagem abaixo.






Fonte: Blog do IPhone

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Verificar a Pressão Arterial no IPhone e IPad?

Na maior feira mundial de eletrodomésticos voltados ao consumidor, a CES 2011, realizada este ano em Las Vegase com ela, foram apresentadas muitas novidades, principalmente no campo de acessórios. E a exemplo do iHealth, uma empresa francesa também apresenta uma solução para tirar a pressão arterial com a ajuda do iPhone: é o Withings Monitor.



O funcionamento é muito fácil: basta plugar o iPhone no aparelho e rodar o aplicativo. Todo o resto é automático, medindo a pressão e os batimentos cardíacos. Todos os resultados são armazenados e enviados a uma página web, onde você pode acompanhar gráficos com todo o histórico e evolução. Este mesmo controle pode também ser feito diretamente no iPhone/iPod touch.


Ainda não há preço sugerido para o medidor de pressão, nem previsão de sua chegada ao mercado Brasileiro.


Fonte: Blog do Iphone

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Blogs Farmacêuticos: Médicos ligados à indústria ditam regras de condut...

Blogs Farmacêuticos: Médicos ligados à indústria ditam regras de condut...: " Médicos brasileiros responsáveis por elaborar diretrizes clínicas possuem conflitos de interesse com os laboratórios farmacêuticos. ..."

Cafeína age de forma oposta em homens e mulheres sob estresse


Um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Bristol descobriu que beber café com cafeína aumenta a performance de uma mulher em situações de estresse, mas tem efeito oposto sobre os homens.

Eles se tornam menos confiantes e demoram mais tempo para concluir tarefas depois de tomar diversas xícaras de café.
A informação foi publicada no site do jornal britânico "The Telegraph" na terça-feira (1º).
Os resultados, publicados no "Journal of Applied Social Psychology", sugerem que a bebida pode ter efeitos radicalmente diferentes em ambos os sexos, em situações de alta pressão.
Segundo a Associação Britânica do Café, os consumidores do Reino Unido bebem cerca de 70 milhões de xícaras de café por dia.
Alguns dos benefícios de saúde potenciais incluem proteção contra diabetes, doença de Alzheimer, lesões hepáticas e até mesmo gota.
A cafeína presente no café é um conhecido estimulante que age no cérebro e pode combater a sonolência e a fadiga.
Mas os pesquisadores queriam examinar o que o café faz com o corpo quando ele já está sob estresse, especialmente quando grandes quantidades são consumidas em reuniões de alta pressão.
Eles recrutaram 64 homens e mulheres e os separaram em pares do mesmo sexo. A cada par foi entregue uma série de tarefas para ser concluída, como realizar negociações, completar quebra-cabeças e resolver testes de memória.
Para aumentar o estresse, os pares também foram informados de que teriam que fazer uma apresentação pública relacionada às suas tarefas.
Em seguida, os investigadores deram café com cafeína ou descafeinado aos pares e os monitoraram durante todo o experimento.
Eles descobriram que a capacidade de um bom desempenho para lidar com situações de estresse entre os homens que tinham bebido café com cafeína foi "muito prejudicada".
Por exemplo, eles demoraram uma média de 20 segundos a mais para completar os quebra-cabeças do que aqueles que tomaram café descafeinado.
Por outro lado, as mulheres que tomaram cafeína completaram o exercício 100 segundos mais rápido.
Os peritos acreditam que a chave para os efeitos do café sobre os sexos está na forma como homens e mulheres respondem de forma diferente ao estresse.
Os homens estão sujeitos a "lutar ou fugir", enquanto as mulheres estão mais inclinadas a trabalhar juntos para resolver o problema que enfrentam.

FONTE: Folha

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Médicos não sabem escrever?

Em artigo, advogada aborda as questões sobre o preenchimento do prontuário do paciente


Um corajoso médico, Adriano Cavalcante Sampaio, conforme noticiado na Agência Fiocruz de Notícias, divulgou uma não menos corajosa tese de doutorado. Isso porque ele toca em um tema pouco discutido entre seus colegas: o zelo no preenchimento do prontuário do paciente.

Não podemos dizer com certeza se a falta desse zelo acontece por se tratar de ação rotineira, ou mesmo desinteressante, o fato é que escrever corretamente em um prontuário não parece estar entre as prioridades de muitos médicos.
Seria injusto não considerar também a falta de tempo e os plantões longos e estressantes a que esses profissionais são frequentemente submetidos. Essa é uma realidade vista em todo o país. Num cenário como este, alguma coisa não sairá 100%, geralmente o preenchimento do prontuário.
A grande questão é que esse documento é o maior aliado do médico e da instituição de saúde. Quando acionados judicialmente, uma prescrição correta, um procedimento indicado com precisão e, tão importante quanto, o carimbo e a assinatura do médico em letra legível, podem fazer a diferença para uma condenação civil e criminal.
Quando iniciamos o texto escrevendo que médicos não sabem escrever, é claro que se trata de uma provocação, no bom sentido. A pesquisa do Dr. Adriano é a prova de que sim, os médicos têm dificuldade em encarar o prontuário como um documento digno de atenção e cuidado.
O Conselho Federal de Medicina, inclusive, normatiza essa relação por meio da resolução 1.638/02 que, em linhas gerais determina que o prontuário é obrigatório, único, constituído pela junção de informações, imagens e fatos sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada. É por meio dele que se faz a comunicação entre a equipe multiprofissional que acompanha um mesmo caso.
Para se ter a dimensão de como é possível se respaldar por ele, vamos a alguns exemplos. Quando é necessário demonstrar boa-fé do médico na relação com o paciente; demonstrar ao Conselho Regional de Medicina a inexistência de infração ética do médico; e a não condenação judicial tanto do profissional como da instituição de saúde em eventual ação de responsabilidade civil por erro médico.
Aqui cabe uma explicação: o erro médico é considerado quando há ação equivocada, por negligência, imprudência ou imperícia ou mesmo quando há omissão pelo profissional, ou seja, a escolha terapêutica deve ser bem fundamentada no prontuário e a sua condução também, de modo a não deixar dúvidas sobre aquela ser a melhor escolha naquele momento e com aquelas ferramentas disponíveis.
Diante desse universo jurídico e da constatação da tese de doutorado, que reflete o dia a dia dos hospitais brasileiros, inclusive os particulares, as universidades e as instituições de saúde precisam buscar maneiras de conscientizar os profissionais sobre como esse documento deve ser encarado com toda a seriedade e bom senso.
Verônica Cordeiro da Rocha Mesquita: advogada, 15 anos de experiência em Direito da Saúde, tendo atuado como coordenadora de departamento jurídico de uma grande entidade assistencial - administradora de mais de 20 hospitais públicos e privados em todas as regiões do país -, por oito anos. Pós-graduanda em Direito Constitucional pela Escola Superior de Direito Constitucional. Participou do Fórum Permanente do Judiciário para a Saúde promovido pelo Conselho Nacional de Justiça. OAB nº 142.685

FONTE: SaudeBusinessWeb

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Médicos se dizem influenciados com a propaganda na hora de prescrever

Uma pesquisa da Anvisa com profissionais da saúde demonstrou que quase 40% dos profissionais da área de saúde se dizem influenciados quando vão prescrever um medicamento aos pacientes. Os trabalhadores do Sistema Único de Saúde foram alvo de uma pesquisa, que visa descobrir se as estratégias de marketing das indústrias poderiam mudar a opinião de um médico, na hora de passar um medicamento. 
 A pesquisa surgiu pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com instituições de ensino superior de 15 cidades brasileiras. "As informações obtidas com a pesquisa irão subsidiar tanto as ações de monitoramento, fiscalização e regulação da propaganda quanto às estratégias para fortalecer a racionalidade na aquisição, dispensação e uso de medicamentos nas unidades básicas de saúde", complementou a gerente geral de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa, Maria José Delgado Fagundes

Segundo a pesquisa, com médicos e dentistas abordados, 41,3% deles alegaram receber visitas de representantes de medicamentos em seu local de trabalho, a maioria ocorre mensalmente. Os profissionais distribuem informações e ainda entregam folders e amostras grátis. Para tanto, os médicos que disseram sofrer à influência da propaganda na prescrição de medicamentos, com 37,7%, já 77,9% deles afirmaram que não sofrem interferência.

Em contrapartida, 92,5% dos entrevistados julgaram que as informações apresentadas pelas propagandas podem ser insatisfatórias ou incompletas. Mesmo assim, 64,9% disseram que consideram essas informações ao escolher o medicamento que irá prescrever.

A pesquisa demonstrou que ocorre pressão da indústria farmacêutica nas decisões dos gestores em relação à compra de medicamentos, uma vez que 75% dos entrevistados recebem representantes da indústria que ofertam brindes e impressos sobre os medicamentos.
 
Outro caso mostrado, por meio da pesquisa, é que na maioria das unidades estudadas não existe uma dispensação de medicamentos, mas simplesmente entrega do produto ao usuário, uma vez que o farmacêutico é o único profissional devidamente capacitado. Além do mais, 83,3% dos entrevistados informaram que as prescrições médicas usam o nome comercial dos medicamentos em vez do nome genérico, o que contraria a legislação em vigor.

"Dados obtidos em 15 capitais incluindo o distrito federal, são alarmantes, mostrando que o poder público municipal tem dificuldades em cumprimento da legislação, privando a população do direito da correta informação sobre o medicamento, e expondo o medicamento aos cuidados de leitos", diz o tutor do Portal Educação, farmacêutico Ronaldo Costa.

FONTE: ANVISA